Quarto de bebê em estilo provençal

Na Celina Dias Bebê, este quarto é decorado com móveis românticos e rústicos – entre eles, uma cômoda azul Tiffany

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Detalhes românticos caem bem em qualquer tipo de decoração – mas ficam especialmente graciosos em quartos infantis. É o caso deste ambiente da Celina Dias Bebê, que leva móveis de estilo provençal, ao mesmo tempo românticos e rústicos. Entre eles, uma cômoda ganha destaque com seu tom azul Tiffany. A adoção da cor suave segue a premissa de que o azul é calmante, ideal para locais em que a intenção é descansar. Ela é replicada em um nicho na parede, junto a um mural de quadros. As outras paredes são revestidas por papel com estampa de flores miúdas, reforçando o charme do espaço. O berço de madeira com treliça, assim como a cômoda, possui desenhos em relevo delicados em sua estrutura.

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Conexão Paris

A rua Étienne Marcel, que separa o 1° e o 2° arrondissements, é uma das ruas mais importantes do centro de Paris. Assim como toda rua de centro de cidade – e como todo centro de cidade – a rua Étienne Marcel já teve seus altos e baixos. De uns anos pra cá, a qualidade das lojas que lá vêm se instalando só tem melhorado.

Começando no Boulevard Sebastopol e indo até a Place des Victoires, a rua Étienne Marcel possui um tipo de comércio parecido com o dos shopping-centers brasileiros, aqueles de classe média alta. A rua e suas imediações diferem da região do Marais (que privilegia marcas mais cults e menos conhecidas) e da rua Saint-Honoré e avenida Montaigne, com suas lojas de alto luxo.

rua Étienne Marcel

O super brechó Kiliwatch.

Por causa de sua localização central, a região atrai, além de marcas francesas pouco conhecidas fora da França (Sandro, The Kooples, IKKS, etc), grandes marcas internacionais de streetwear como Diesel, Replay, Levi’s e G-Star. Uma de suas vantagens é não ser tão cheia de gente como as ruas principais do Marais ou a rua Saint-Honoré. É uma boa opção para os turistas que não se interessam pelas grandes marcas de luxo mas querem fazer compras em um ambiente agradável e menos claustrofóbico que nas lojas de departamento.

Saindo da estação Étienne Marcel (esquina com a rua Turbigo) e caminhando em direção à Place des Victoires encontramos: Marc Le Bihan (ótica com excelentes marcas de óculos de sol, n°22 e n°39); Scotch and Soda (uma Abercrombie mais descolada e moderna, n°25); Spontini (moda masculina clássica, n°26); Planisphere (moda masculina para homens excêntricos, n°27); Shinzo (loja de sneakers que dominou a rua com 4 unidades nos números 25, 27, 37, 39); Y’s (segunda marca do estilista japonês Yohji Yamamoto, rua Étienne Marcel esquina com rua do Louvre); All Saints (marca inglesa de streetwear com ótimas jaquetas de couro, n°49); Boinpont (marca francesa linda de moda infantil, n°50). Além de todas essas, existem também as já citadas marcas internacionais e muitas das marcas francesas que comentamos nesse artigo.

rua Étienne Marcel

Place des Victoires

A rua Étienne Marcel termina na Place des Victoires e sua estátua de Luís XIV fantasiado de imperador romano. Ao redor da praça também existem muitas lojas como a Kenzo, Maje, ApostropheLa Piscine (loja que vende coleções passadas de marcas de luxo).

Algumas outras ruas interessantes na região:

– rua Tiquetonne, uma das minhas preferidas em Paris. Estreita, sinuosa e basicamente de pedestres, ao longo de sua extensão encontramos lojas bem interessantes. Ela começa (ou termina) com o famoso brechó Kiliwatch (n°64), passa pela louquíssima e minúscula loja Kokon To Zai (n°64) e suas roupas de estilistas de ultra-vanguarda e termina com muitas lojas de street/skatewear cool masculino: Vans (n°22), Royal Cheese (n°24), WESC (n°13) Le Coq Sportif (n°11) além do brechó Episode (n°16).

– rua Montmartre (nada a ver com a região de Montmartre onde fica a catedral). Nela encontramos a COS (n° 68), a irmã mais elegante e minimalista da H&M e a & Other Stories (n° 35), irmã mais fashionista das duas anteriores.

 

via : www.conexaoparis.com.br/2013/02/28/a-rua-etienne-marcel.

 

Ideias originais de organização

Nas histórias a seguir, a ordem trabalha a favor da decoração. Objectos, utensílios e colecções formam arranjos de encher os olhos:

 

 

Quase tudo à vista

Coisas do dia a dia deixadas à mostra – livros, objetos, tecidos – dão vida e beleza a este apartamento paulistano. “Sou um bagunceiro organizado. Tento colocar uma estética na desordem”, conta o arquiteto e professor José Paulo de Bem. Se todo bagunceiro que a gente conhece fosse assim, impecável: ele agrupou arquivos de pastas e mapotecas que tem há anos no meio da sala e desenhou uma estante aberta para complementá-los. “As prateleiras mantêm acessíveis livros, discos e peças com as quais tenho uma relação afetuosa, como os carrinhos de brinquedo.”

A graça está nos objetos

Apaixonada por arte, por arquitetura, pelas cores e pelos sabores do Brasil, a jornalista e historiadora Cynthia Garcia decorou sua casa reunindo objetos em grupos que se formaram ao longo do tempo. “Não gosto de decoração pronta. Ela precisa de um período de maturação”, diz. Seu modo de organizar cria espaços que expressam seu jeito e sua história. Na cozinha, os utensílios são para ver e usar. “Gosto de deixar tudo à mão. Acho que arrumar as coisas assim ajuda a manter os ambientes limpos.”

Ordem feita de caixas

Leveza é o melhor conceito para defnir o escritório que a arquiteta Ana Luiza Almeida Prado Sawaia montou em casa. A estante desenhada por ela, embora grande, não fcou massuda, pois alterna pranchas e módulos abertos e fechados. “Queria um móvel que deixasse a parede respirar”, explica. Caixas de papelão – uma solução econômica – completam a peça de marcenaria quando é necessário guardar projetos e outros papéis. Já a bancada ganha o reforço das canecas – elas acomodam lápis e pincéis.

Um charme de camarim

Atriz, vaidosa assumida e apaixonada por maquiagem, a carioca Fernanda Nobre fez questão de reservar um quarto inteiro de seu apartamento para o closet. “Adoro o ritual de me arrumar e acho que todos os acessórios e cremes têm que fcar bem acessíveis, senão esqueço de usá-los”, conta. Os potes e as caixinhas ocupam o móvel antigo laqueado de vinho, que serve de penteadeira. Outro charme do espaço é o que Fernanda chama de “arte em processo”: cartazes e programas de peças colados à parede.

*Matéria publicada em Casa Claudia #